É noite. A viagem já vai longa e a minha condução torna-se
progressivamente mais automática, quase perigosa. A tua mão acaricia-me num
vai-e-vem ritmado sobre os jeans. É difícil conduzir assim.
Ao longe vislumbro uma ténue luz à beira da estrada. Aproximamo-nos.
Enebriado pela tesão que me vais provocando encosto o carro junto à casa iluminada por aquela luz fraca. É um restaurante. Desligo o motor e fico quieto, olhos fechados, a sentir a tua mão que continua a afagar-me sobre as calças.
Esfregas-me aumentando a pressão e, de repente paras. “Vamos jantar?”, perguntas. “OK”, respondo-te entre gemidos.
É uma sala pequena, mal iluminada por velas espalhadas por uma meia dúzia de mesas quadradas, pequenas, com toalhas cor de sangue. Apenas uma está ocupada por um casal que no seu “tête-à-tête” romântico nem parece ter dado pela nossa entrada.
Sentamo-nos. Lemos a ementa que está sobre a mesa e perguntas-me o que quero. Aproximo a boca do teu ouvido e entro com a minha língua nele, toda. O empregado que entretanto se aproximou deve pensar que te estou a dizer em segredo o que vou querer comer. Suspiro para dentro do teu ouvido, molhado da minha língua. Arrepias-te com o fresco.
“Escolhe por mim”, dizes enquanto olhas o empregado com um ar coquette.
Esperas que eu decida, enquanto chupas um dedo como costumas fazer com a minha tesão. Provocas-me com o teu ar gaiato, traquina. Mordes o lábio inferior, provocas-me com o olhar de quem já está molhadíssima e tu sabes que eu sei.
Ao longe vislumbro uma ténue luz à beira da estrada. Aproximamo-nos.
Enebriado pela tesão que me vais provocando encosto o carro junto à casa iluminada por aquela luz fraca. É um restaurante. Desligo o motor e fico quieto, olhos fechados, a sentir a tua mão que continua a afagar-me sobre as calças.
Esfregas-me aumentando a pressão e, de repente paras. “Vamos jantar?”, perguntas. “OK”, respondo-te entre gemidos.
É uma sala pequena, mal iluminada por velas espalhadas por uma meia dúzia de mesas quadradas, pequenas, com toalhas cor de sangue. Apenas uma está ocupada por um casal que no seu “tête-à-tête” romântico nem parece ter dado pela nossa entrada.
Sentamo-nos. Lemos a ementa que está sobre a mesa e perguntas-me o que quero. Aproximo a boca do teu ouvido e entro com a minha língua nele, toda. O empregado que entretanto se aproximou deve pensar que te estou a dizer em segredo o que vou querer comer. Suspiro para dentro do teu ouvido, molhado da minha língua. Arrepias-te com o fresco.
“Escolhe por mim”, dizes enquanto olhas o empregado com um ar coquette.
Esperas que eu decida, enquanto chupas um dedo como costumas fazer com a minha tesão. Provocas-me com o teu ar gaiato, traquina. Mordes o lábio inferior, provocas-me com o olhar de quem já está molhadíssima e tu sabes que eu sei.
Peço. para ti espetadas mistas, para mim gambas com molho
picante. Para ambos um tinto suave, “chambré”.
Sorris-me e começo a sentir, por baixo da mesa, os teus pés descalços que me acariciam. Encontras-me já duro. Abro o fecho permitindo que toques a minha pele. Roças os teus pés como se fosse a tua boca. Envolves-me com eles. Percorres-me e sinto-me crescer ainda mais.
Os meus olhos fixam o teu olhar de tesão, sem a noção de que o teu olhar te pode denunciar perante os vizinhos da outra mesa.
Continuas no teu ritual de provocação.
Chegam os pratos.
Olho para ti enquanto como uma gamba.
Enquanto sinto por baixo da mesa as carícias dos teus pés, apetece-me excitar-te. Lambo a gamba com os movimentos que tu conheces bem. Provoco-te. Trinco-a. Suavemente como costumo fazer ao teu clítoris. Estás com um ar endiabrado.
Sentes os meus pés a mexerem-te por baixo da mesa. Sobem as tuas pernas, escorregam pelas tuas coxas acima. Dizes baixinho com uma voz trémula “essa gamba deu-me uma tusa fenomenal”. Sei que se continuo o jogo por baixo da mesa te vens. Afastas as coxas. Eu começo uma segunda gamba e os dedos do meu pé começam a lamber-te e a entrar em ti, como sempre disponível, sem nada por baixo da saia, enquanto faço um minete à gamba.
Percebo que tentas distrair-te. Estás quase a vir-te e tens noção de que não estás sozinha na sala.
Começas a comer agarrando a espetada nas pontinhas. A tua língua começa a lamber o molho com os movimentos que bem conheço. Trincas um pedacito, suavemente continuas com um broche à espetada e os teus pés a percorrer o meu pau em fogo.
“Se te tocasse com a minha boca vinhas-te já”, sussurras com o teu sorriso sempre matreiro.
A sala é escura, os outros estão entretidos no seu romance e tu, arrojadamente como é a tua maneira de ser, sais da cadeira e ajoelhas-te debaixo da mesa. Olho a toda a volta. Ninguém repara em nós. O empregado não está na sala.
Brincas com a minha glande contornando-a com a língua, envolves-me completamente na tua boca, movimentas-te abaixo e a cima. Não aguento mais e recebes o meu vir contido há tanto tempo. Sinto as incontidas golfadas que saiem ritmadamente de mim e que vais engolindo.
Paras. Voltas para o teu lugar.
Dizes baixinho “queria ter visto a tua cara enquanto te vinhas à frente das outras pessoas”.
Ainda tenho os olhos fechados.
Sorris-me e começo a sentir, por baixo da mesa, os teus pés descalços que me acariciam. Encontras-me já duro. Abro o fecho permitindo que toques a minha pele. Roças os teus pés como se fosse a tua boca. Envolves-me com eles. Percorres-me e sinto-me crescer ainda mais.
Os meus olhos fixam o teu olhar de tesão, sem a noção de que o teu olhar te pode denunciar perante os vizinhos da outra mesa.
Continuas no teu ritual de provocação.
Chegam os pratos.
Olho para ti enquanto como uma gamba.
Enquanto sinto por baixo da mesa as carícias dos teus pés, apetece-me excitar-te. Lambo a gamba com os movimentos que tu conheces bem. Provoco-te. Trinco-a. Suavemente como costumo fazer ao teu clítoris. Estás com um ar endiabrado.
Sentes os meus pés a mexerem-te por baixo da mesa. Sobem as tuas pernas, escorregam pelas tuas coxas acima. Dizes baixinho com uma voz trémula “essa gamba deu-me uma tusa fenomenal”. Sei que se continuo o jogo por baixo da mesa te vens. Afastas as coxas. Eu começo uma segunda gamba e os dedos do meu pé começam a lamber-te e a entrar em ti, como sempre disponível, sem nada por baixo da saia, enquanto faço um minete à gamba.
Percebo que tentas distrair-te. Estás quase a vir-te e tens noção de que não estás sozinha na sala.
Começas a comer agarrando a espetada nas pontinhas. A tua língua começa a lamber o molho com os movimentos que bem conheço. Trincas um pedacito, suavemente continuas com um broche à espetada e os teus pés a percorrer o meu pau em fogo.
“Se te tocasse com a minha boca vinhas-te já”, sussurras com o teu sorriso sempre matreiro.
A sala é escura, os outros estão entretidos no seu romance e tu, arrojadamente como é a tua maneira de ser, sais da cadeira e ajoelhas-te debaixo da mesa. Olho a toda a volta. Ninguém repara em nós. O empregado não está na sala.
Brincas com a minha glande contornando-a com a língua, envolves-me completamente na tua boca, movimentas-te abaixo e a cima. Não aguento mais e recebes o meu vir contido há tanto tempo. Sinto as incontidas golfadas que saiem ritmadamente de mim e que vais engolindo.
Paras. Voltas para o teu lugar.
Dizes baixinho “queria ter visto a tua cara enquanto te vinhas à frente das outras pessoas”.
Ainda tenho os olhos fechados.
Sinto os teus lábios
pedirem-me um beijo. Cheiras a mim, sabes a mim. “É bom o teu esperma com molho
picante, não é?” perguntas nesse teu eterno sussurro maroto.
Continuamos a provocação com o jantar. Os meus pés brincam contigo. Esfregam-se quase frenéticos no teu clitóris.
Estás a passar-te. Percebo que te vais vir, o que me dá imenso gozo. É a minha vingança do que acabaste de me fazer.
É, conheço-te tão bem, não aguentas. Vens-te loucamente. Mordes os lábios para não gemeres. Fechas os olhos. Tremes. O rapaz da outra mesa olha-nos. Apercebe-se do que se passa.
Olhamo-nos divertidos e ao mesmo tempo com vontade de continuar, agora de os provocar a eles. Mas não precisamos. Demos-lhes segurança para também entrarem num crescendo de tesão.
Decidimos portarmo-nos bem até ao fim.
“Adorei as tuas gambas” dizes já à porta do restaurante.
Cum...
Continuamos a provocação com o jantar. Os meus pés brincam contigo. Esfregam-se quase frenéticos no teu clitóris.
Estás a passar-te. Percebo que te vais vir, o que me dá imenso gozo. É a minha vingança do que acabaste de me fazer.
É, conheço-te tão bem, não aguentas. Vens-te loucamente. Mordes os lábios para não gemeres. Fechas os olhos. Tremes. O rapaz da outra mesa olha-nos. Apercebe-se do que se passa.
Olhamo-nos divertidos e ao mesmo tempo com vontade de continuar, agora de os provocar a eles. Mas não precisamos. Demos-lhes segurança para também entrarem num crescendo de tesão.
Decidimos portarmo-nos bem até ao fim.
“Adorei as tuas gambas” dizes já à porta do restaurante.
Cum...

4 comentários:
O prazer do sexo misturado com o prazer da comida :)
Jantar completo, portanto! :)
Beijo :)
Andas inspirado!
É tão bom saborear ;)
Que texto extremamente excitante e bem feito. Muito bom mesmo! Parabéns pelo seu blog! Adoramos sua visita e seu comentário em nosso blog. Valeu! Bjs Ksal Sulamericano.
a melhor escrita que tenho encontrado do género. gosto da forma como escreves..e como pensas.
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