APENAS O JOGO #5
Calma, Amor,
calma. Beijo-te, sossego-te, afago-te as nádegas ainda trémulas da volúpia
sentida, Luxúria, percorro-te a pele com os meus dedos suaves que trilham as
tuas costas. Sentirás mais e mais e mais. Ainda agora começámos a magia.
Mas agora, calma.
Sente apenas. Fecha os olhos. Adormece. Adormeces. Tens um dormir suave. Tens
as mãos presas nos meus dedos transpirados da tua entrega avassaladora,
inebriante, mágica, poderosa, intensa... Prazer!
Agora quero povoar-te os sonhos.
Aconchego a cabeça no meu ventre. Gosto do teu cheiro doce a amor. Estás em todo o lado.
Sinto-te no cheiro doce que está no ar. Acalmo-te. Sereno-te. Quero excitar-te até à loucura.
Suavemente volto a acordar-te com um longo beijo que te percorre o corpo, milímetro a milímetro. Levantamo-nos daquele que ainda há pouco era o nosso leito de loucura. Sacudo-te o orvalho dos cabelos. Continuamos abraçados como um só. Nenhum se atreve a quebrar o silêncio daquele jardim encantado.
Sentes o fresco da manhã nas tuas pernas, no teu cabelo.
Sorris ao recordar a noite. Apertas-me mais contra ti. Amo-te tanto. Obrigado por seres tão maravilhosa.
O cheiro a loucura permanece.
Fechas os olhos por momentos. Invade-te uma felicidade sublime. Tens medo de acordar.
Levo-te ao colo como se fosses o meu bebé.
Entro contigo na casa de banho em que a única luz vem de uma imensidão de velas espalhadas por todo o lado.
Sussurras-me ao ouvido: amo-te. Deito-te na cama de espuma que preparei para ti.
Juntamo-nos. Encaixas-te nas minhas pernas.
Os teus dedos começam a brincar com a espuma, fazendo desenhos na minha pele. Sentes que nos desejamos de novo. Mergulho nos teus olhos e sentas-te ao meu colo, de frente para mim, pernas escancaradas. Sentes de novo a minha tesão. Estou duro. Delícia. Queres-me de novo em ti. Obedeço. Estou ali para te servir.
Seguras no meu membro e encaminha-lo para o interior das tuas coxas. Brincas com ele. Acaricias levemente os teus lábios húmidos como se fosse a minha boca. Queres que sinta a tua suavidade.
Prendes-me os braços num imenso e terno abraço e afundas-te em mim, até tocar o teu limite. Arqueias as costas e invado-te ainda mais.
Procuras os meus lábios. Contornas os meus lábios com a língua. Mordes-me levemente e beijas-me ao ritmo das tuas ancas. Invades-me. Absorves-me.
Movimento-me em ti. Devagar primeiro.
Vou entrando, saindo. O ritmo aumenta. Entro, saio.
Abrando. Peço-te para teres calma, estás a perder o controle. Quero que te percas, mas devagar. Quero ver os teus olhos mudar de cor.
Intensifico os movimentos. Sugas-me. Começas a vir-te. Sou eu que te faço vir. Vens-te, vens-te, vens-te longamente.
O tremor do teu corpo, as convulsões da tua entrada mergulhada no banho tépido de espuma fazem-me perder num orgasmo louco sem conseguir suster a força com que te vou encher.
Sentes-me vir dentro de ti, todo dentro de ti.
Tremes. Tremo. Beijo-te. As nossas línguas dançam em uníssono numa dança sem fim.
Sinto o cheiro das velas já apagadas. A água, já mais fresca, arrefece os nossos corpos ardentes de paixão.
Os teus olhos ficaram com a cor do amor. Amo-te. Haverá mais. Estamos no início.
Agora quero povoar-te os sonhos.
Aconchego a cabeça no meu ventre. Gosto do teu cheiro doce a amor. Estás em todo o lado.
Sinto-te no cheiro doce que está no ar. Acalmo-te. Sereno-te. Quero excitar-te até à loucura.
Suavemente volto a acordar-te com um longo beijo que te percorre o corpo, milímetro a milímetro. Levantamo-nos daquele que ainda há pouco era o nosso leito de loucura. Sacudo-te o orvalho dos cabelos. Continuamos abraçados como um só. Nenhum se atreve a quebrar o silêncio daquele jardim encantado.
Sentes o fresco da manhã nas tuas pernas, no teu cabelo.
Sorris ao recordar a noite. Apertas-me mais contra ti. Amo-te tanto. Obrigado por seres tão maravilhosa.
O cheiro a loucura permanece.
Fechas os olhos por momentos. Invade-te uma felicidade sublime. Tens medo de acordar.
Levo-te ao colo como se fosses o meu bebé.
Entro contigo na casa de banho em que a única luz vem de uma imensidão de velas espalhadas por todo o lado.
Sussurras-me ao ouvido: amo-te. Deito-te na cama de espuma que preparei para ti.
Juntamo-nos. Encaixas-te nas minhas pernas.
Os teus dedos começam a brincar com a espuma, fazendo desenhos na minha pele. Sentes que nos desejamos de novo. Mergulho nos teus olhos e sentas-te ao meu colo, de frente para mim, pernas escancaradas. Sentes de novo a minha tesão. Estou duro. Delícia. Queres-me de novo em ti. Obedeço. Estou ali para te servir.
Seguras no meu membro e encaminha-lo para o interior das tuas coxas. Brincas com ele. Acaricias levemente os teus lábios húmidos como se fosse a minha boca. Queres que sinta a tua suavidade.
Prendes-me os braços num imenso e terno abraço e afundas-te em mim, até tocar o teu limite. Arqueias as costas e invado-te ainda mais.
Procuras os meus lábios. Contornas os meus lábios com a língua. Mordes-me levemente e beijas-me ao ritmo das tuas ancas. Invades-me. Absorves-me.
Movimento-me em ti. Devagar primeiro.
Vou entrando, saindo. O ritmo aumenta. Entro, saio.
Abrando. Peço-te para teres calma, estás a perder o controle. Quero que te percas, mas devagar. Quero ver os teus olhos mudar de cor.
Intensifico os movimentos. Sugas-me. Começas a vir-te. Sou eu que te faço vir. Vens-te, vens-te, vens-te longamente.
O tremor do teu corpo, as convulsões da tua entrada mergulhada no banho tépido de espuma fazem-me perder num orgasmo louco sem conseguir suster a força com que te vou encher.
Sentes-me vir dentro de ti, todo dentro de ti.
Tremes. Tremo. Beijo-te. As nossas línguas dançam em uníssono numa dança sem fim.
Sinto o cheiro das velas já apagadas. A água, já mais fresca, arrefece os nossos corpos ardentes de paixão.
Os teus olhos ficaram com a cor do amor. Amo-te. Haverá mais. Estamos no início.

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