a tentação!!!
Ainda mal nos conheciamos apesar de já transbordarmos
empatia e revelaste-me esse teu segredo de querer experimentar amor na tua
bundinha.
Foi assim tão de repente que fiquei sem resposta.
Resisti.
É certo que já tinhamos explorado umas abordagens
tímidas e incompletas, mas não tinhamos ido ainda muito longe.
Já tinhamos feito amor a que poderei chamar “convencional”
e tu foste um verdadeiro docinho na tua entrega. Dominei, fiz de ti o que me
apeteceu, enchi-te e enquanto te enchia vinhas-te copiosamente no auge da minha
tesão.
Lembro-me de te ter dito “tu não existes... é bom
demais para ser verdade”.
Mas lançaste-me um desafio. É certo que eu sentia o
teu desejo curioso de experimentar e eu, quanto mais pensava no assunto, mais
vontade tinha de me vir na tua bundinha.
Ainda para mais, quando te acariciava a zona, com os
dedos ou com a língua, te sentia excitadíssima. Mas uma coisa é acariciar,
andar lá às voltinhas, outra é entrar, entrar tudo e configurar um vai-e-vem
que a excitação facilmente transforma em frenético.
Por outro lado sentia que não deixavas de ter algum
medo de uma penetração a sério apesar do teu manifesto desejo misturado com a
curiosidade.
a segunda tentação!!!
Lembras-te? Foi naquele dia em que estávamos enrolados
nos lençóis levados pela tesão e me sussuraste “queres agora?”. Nem disseste a
que é que te referias, mas compreendi-te tão bem.
Tanta tesão, tanta vontade, já era irreversível. Há
sempre um momento em que tudo é irreversível.
Lembro-me que te disse “bom, será com muita calma, muita
ternura, muita preparação e, se te sentires incomodada pararei imediatamente e não
se falará mais no assunto”. Respondeste “sim, mas quero tanto, quero agora!”.
Levei-te para a sala, agarrei-me a ti, beijei-te
muito, sentia a tua língua invadir a minha boca, os teus lábios doces a
acariciarem os meus. Era Verão, lembras-te?
Ao mesmo tempo apercebi-me que tu, apesar de te sentires
cada vez mais excitada, tremias de medo. Devias estar a imaginar esta coisa
dura e grande a invadir o teu corpo por onde querias mas que te assustava.
Senti toda a tua ambivalência.
Mas percebi que sentires a minha imensa tesão te
excitava ainda mais. Estavas mais molhada do que alguma vez te vira. Líquido
doce escorria-te já pelo interior das coxas.
Deitámo-nos no tapete e, deitados, continuei a beijar-te
passando frequentemente as mãos pelas tuas nádegas e atrevendo-me entre elas, o
que te excitava ainda mais. Coloquei-me entre as tuas côxas e, suavemente,
penetrei frontalmente a tua entrada naturalmente encharcada. A tua
respiração evidenciava que o prazer que sentias era enorme à medida que eu
fazia lentos movimentos de vai-e-vem.
A certa altura virei-te de barriga para baixo e deitei-me
sobre as tuas costas. Sentias o meu corpo quente e nú sobre ti e esta coisa
dura entre as tuas nádegas, enquanto eu te beijava e mordiscava a nuca. Mais
excitada ainda parecias.
Sentias as minhas mãos de homem apertarem-te a
cintura. “É bom”, disseste. Lembras-te?
carinho!!!
A certa altura os meus lábios começaram lentamente a descer pelas tuas
costas, a língua a acariciar-te, até que começei a mordiscar-te as nádegas. Com
as minhas mãos fiz-te erguer as nádegas e gemeste de prazer ao sentir que a minha
língua húmida e quente rodeava o destino combinado. Sentiste a língua penetrar-te
e estremeceste. Mas era apenas a língua. Dava-te imenso prazer. Percebi pela
maneira como erguias mais as nádegas ao meu encontro. Eu ia fazendo um doce
movimento de vai e vem que te excitava muito. “Delicioso”, disseste entre
gemidos de prazer.
Agarrei numa almofada que coloquei debaixo de ti e te mantinha as nádegas
levantadas e molhei-te todo o espaço entre as nádegas com a minha mão
encharcada daquele aromático lubrificante que tinhamos comprado. Lembras-te? Foi
no supermercado quando fomos comprar outras coisas e tu disseste “levamos
também isto, nunca se sabe se precisaremos”.
Então penetrei-te apenas com a ponta de um dedo, devagarinho... e pareceu-me
que gostavas. Andei ali como que a brincar à entrada durante muito tempo e
excitei-te mais.
Então, muito docemente, sentiste o dedo ir mais fundo e percebi que
continuava a ser bom para ti. Disse-te “descontrai-te, relaxa, amor”. Tu sentias-te
cada vez mais invadida de um imenso prazer. Estavas já totalmente relaxada e os
dedos, suavemente, passaram a dois e depois a três. Lembro-me de te ter ouvido
dizer “é uma sensação estranha, de um prazer novo, mas sem ser doloroso”.
Depois tirei muito devagarinho os dedos e sentiste que o meu membro duro
aflorava aquela entrada que já me endoidecia de tesão. Agora apetecia-te que eu
entrasse.
Não entrava, andava ali às voltas como que a explorar, enquanto te beijava
a nuca e te percorria o corpo com as mãos.
O teu desejo foi mais forte e disseste “vá, devagarinho”. Forcei um pouco e
entrei um bocadinho, só um bocadinho, apenas um ou dois centímetros. E movimentei-me
num novo vai e vem, sem nunca entrar mais do que esses dois centímetros. Os
teus gemidos eram de prazer. O que eu sentia era bom, muito bom. Ergueste mais
as ancas e senti que querias mais ao mesmo tempo que sentias a minha excitação
e pedis-te “vá, mais”.
“Calma amor, deixa-te estar quietinha, descontraída, relaxa”, segredei-te.
Então coloquei as minhas mãos por baixo das tuas coxas, ao nível das
virilhas, e puxei-te ternamente em direção a meu corpo.
Estava a ir mais fundo. Sempre devagar, doce, sempre com movimentos de
recuo e de avanço. E lá fui, devagarinho, entrando. Não te queixavas. Apenas
sentia a tua respiração excitada.
Recordo-me que uns dias depois me disseste: “era bom, um bom diferente de
todas as experiências que tinha tido antes, não sei que palavras usar, talvez deliciosamente
estranho".
E continuámos. “Fica quietinha, estou todo dentro de ti”, surpreendi-te,
pois nem sequer te tinhas apercebido de que tinha ido já tão fundo que te
enchia completamente.
Fiquei então muito quieto. Queria que te acustumasses.Passado um bocadinho
começei a fazer movimentos lentos, suaves e cuidadosos.
Também me disseste depois “era uma sensação nova, estranha, mas boa, deliciosa".
Ao mesmo tempo eu senti um imenso prazer invadir todo o meu corpo.
“Vais vir-te, amor!”, segredei-te.
Fui ritmando os meus movimentos e uma onda de prazer foi crescendo cada vez
mais dentro de ti. Começaste a sentir mais calor.
“Vem-te, meu amor!”, disse-te, “vem-te para mim!”.
“Vem-te também, também para mim”, respondeste baixinho, perdida de prazer.
Começaste então a sentir jactos quentes que de mim jorravam dentro de ti.
A seguir disseste-me que tinhas sentido um orgasmo como nunca havia sentido
antes. Diferente. Todo o teu corpo tremia. Todo o teu corpo era excitação.
Lembras-te? Ao jantar disseste que foi completamente diferente do que havias
sentido até àquele dia, que não imaginavas que fosse possível ter tanto prazer
e sentias esse prazer ao mesmo tempo em todo o corpo.
A partir desta nossa primeira experiência diferente passaste a pedir que a
repetisse com frequência. Outras vezes peço-te eu.
Afinal existimos para nos fazermos reciprocamente felizes e há mais formas
do que tu imaginavas antes.
Luv U!




7 comentários:
Fica aqui provado que no amor e nas relações não existem tabus e que quando e entrega é grande tudo é possivel..
Beijinho
Obrigado Gira!
Não encontro limites no amor.
É uma entrega total em que cada um é o que o outro quiser.
É no dia dessa entrega que descobrimos que já não nos vimos para nós mas que nos vimos para o outro, como uma dádiva de amor!
Beijo beijo beijo,
Cum to Me
Tudo é certo, desde que haja vontade e reciprocidade.
Não há limites no Amor, na entrega e no prazer.
Beijo *Estrela*do*
Obrigado Estrelinha do Céu,
Tens sempre razão.
Beijo beijo beijo
Cum to Me
Quando há Amor e entrega plena no casal é assim.A cumplicidade permite-nos explorar os limites.
Senti um imenso carinho nas tuas palavras...belo...
Beijo e um óptimo fim-de-semana
:*
O carinho é recíproco, Soul.
Obrigado pelo teu comentário, obrigado mesmo!
beijo beijo beijo,
Cum to Me
Tudo é possivel quando o sentimento é grande! Deixa de haver limites na entrega!
Beijo
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