THIS IS MY INTIMATE SPACE!!!

"Em cada um de nós há um segredo, uma paisagem interior com planícies invioláveis, vales de silêncio e paraísos secretos"
Antoine de Saint-Exupéry

quinta-feira, 16 de maio de 2013

AINDA TE RECORDAS? #2
a tentação!!!


Ainda mal nos conheciamos apesar de já transbordarmos empatia e revelaste-me esse teu segredo de querer experimentar amor na tua bundinha.
Foi assim tão de repente que fiquei sem resposta. Resisti.
É certo que já tinhamos explorado umas abordagens tímidas e incompletas, mas não tinhamos ido ainda muito longe.
Já tinhamos feito amor a que poderei chamar “convencional” e tu foste um verdadeiro docinho na tua entrega. Dominei, fiz de ti o que me apeteceu, enchi-te e enquanto te enchia vinhas-te copiosamente no auge da minha tesão.
Lembro-me de te ter dito “tu não existes... é bom demais para ser verdade”.
Mas lançaste-me um desafio. É certo que eu sentia o teu desejo curioso de experimentar e eu, quanto mais pensava no assunto, mais vontade tinha de me vir na tua bundinha.
Ainda para mais, quando te acariciava a zona, com os dedos ou com a língua, te sentia excitadíssima. Mas uma coisa é acariciar, andar lá às voltinhas, outra é entrar, entrar tudo e configurar um vai-e-vem que a excitação facilmente transforma em frenético.
Por outro lado sentia que não deixavas de ter algum medo de uma penetração a sério apesar do teu manifesto desejo misturado com a curiosidade.
a segunda tentação!!!
Lembras-te? Foi naquele dia em que estávamos enrolados nos lençóis levados pela tesão e me sussuraste “queres agora?”. Nem disseste a que é que te referias, mas compreendi-te tão bem.
Tanta tesão, tanta vontade, já era irreversível. Há sempre um momento em que tudo é irreversível.
Lembro-me que te disse “bom, será com muita calma, muita ternura, muita preparação e, se te sentires incomodada pararei imediatamente e não se falará mais no assunto”. Respondeste “sim, mas quero tanto, quero agora!”.
Levei-te para a sala, agarrei-me a ti, beijei-te muito, sentia a tua língua invadir a minha boca, os teus lábios doces a acariciarem os meus. Era Verão, lembras-te?
Ao mesmo tempo apercebi-me que tu, apesar de te sentires cada vez mais excitada, tremias de medo. Devias estar a imaginar esta coisa dura e grande a invadir o teu corpo por onde querias mas que te assustava. Senti toda a tua ambivalência.
Mas percebi que sentires a minha imensa tesão te excitava ainda mais. Estavas mais molhada do que alguma vez te vira. Líquido doce escorria-te já pelo interior das coxas.
Deitámo-nos no tapete e, deitados, continuei a beijar-te passando frequentemente as mãos pelas tuas nádegas e atrevendo-me entre elas, o que te excitava ainda mais. Coloquei-me entre as tuas côxas e, suavemente, penetrei frontalmente a tua entrada naturalmente encharcada. A tua respiração evidenciava que o prazer que sentias era enorme à medida que eu fazia lentos movimentos de vai-e-vem.
A certa altura virei-te de barriga para baixo e deitei-me sobre as tuas costas. Sentias o meu corpo quente e nú sobre ti e esta coisa dura entre as tuas nádegas, enquanto eu te beijava e mordiscava a nuca. Mais excitada ainda parecias.
Sentias as minhas mãos de homem apertarem-te a cintura. “É bom”, disseste. Lembras-te?
carinho!!!



A certa altura os meus lábios começaram lentamente a descer pelas tuas costas, a língua a acariciar-te, até que começei a mordiscar-te as nádegas. Com as minhas mãos fiz-te erguer as nádegas e gemeste de prazer ao sentir que a minha língua húmida e quente rodeava o destino combinado. Sentiste a língua penetrar-te e estremeceste. Mas era apenas a língua. Dava-te imenso prazer. Percebi pela maneira como erguias mais as nádegas ao meu encontro. Eu ia fazendo um doce movimento de vai e vem que te excitava muito. “Delicioso”, disseste entre gemidos de prazer.
Agarrei numa almofada que coloquei debaixo de ti e te mantinha as nádegas levantadas e molhei-te todo o espaço entre as nádegas com a minha mão encharcada daquele aromático lubrificante que tinhamos comprado. Lembras-te? Foi no supermercado quando fomos comprar outras coisas e tu disseste “levamos também isto, nunca se sabe se precisaremos”.
Então penetrei-te apenas com a ponta de um dedo, devagarinho... e pareceu-me que gostavas. Andei ali como que a brincar à entrada durante muito tempo e excitei-te mais.
Então, muito docemente, sentiste o dedo ir mais fundo e percebi que continuava a ser bom para ti. Disse-te “descontrai-te, relaxa, amor”. Tu sentias-te cada vez mais invadida de um imenso prazer. Estavas já totalmente relaxada e os dedos, suavemente, passaram a dois e depois a três. Lembro-me de te ter ouvido dizer “é uma sensação estranha, de um prazer novo, mas sem ser doloroso”.
Depois tirei muito devagarinho os dedos e sentiste que o meu membro duro aflorava aquela entrada que já me endoidecia de tesão. Agora apetecia-te que eu entrasse.
Não entrava, andava ali às voltas como que a explorar, enquanto te beijava a nuca e te percorria o corpo com as mãos.
O teu desejo foi mais forte e disseste “vá, devagarinho”. Forcei um pouco e entrei um bocadinho, só um bocadinho, apenas um ou dois centímetros. E movimentei-me num novo vai e vem, sem nunca entrar mais do que esses dois centímetros. Os teus gemidos eram de prazer. O que eu sentia era bom, muito bom. Ergueste mais as ancas e senti que querias mais ao mesmo tempo que sentias a minha excitação e pedis-te “vá, mais”.
“Calma amor, deixa-te estar quietinha, descontraída, relaxa”, segredei-te.
Então coloquei as minhas mãos por baixo das tuas coxas, ao nível das virilhas, e puxei-te ternamente em direção a meu corpo.
Estava a ir mais fundo. Sempre devagar, doce, sempre com movimentos de recuo e de avanço. E lá fui, devagarinho, entrando. Não te queixavas. Apenas sentia a tua respiração excitada.
Recordo-me que uns dias depois me disseste: “era bom, um bom diferente de todas as experiências que tinha tido antes, não sei que palavras usar, talvez deliciosamente estranho".
E continuámos. “Fica quietinha, estou todo dentro de ti”, surpreendi-te, pois nem sequer te tinhas apercebido de que tinha ido já tão fundo que te enchia completamente.
Fiquei então muito quieto. Queria que te acustumasses.Passado um bocadinho começei a fazer movimentos lentos, suaves e cuidadosos.
Também me disseste depois “era uma sensação nova, estranha, mas boa, deliciosa".
Ao mesmo tempo eu senti um imenso prazer invadir todo o meu corpo.
“Vais vir-te, amor!”, segredei-te.
Fui ritmando os meus movimentos e uma onda de prazer foi crescendo cada vez mais dentro de ti. Começaste a sentir mais calor.
“Vem-te, meu amor!”, disse-te, “vem-te para mim!”.
“Vem-te também, também para mim”, respondeste baixinho, perdida de prazer.
Começaste então a sentir jactos quentes que de mim jorravam dentro de ti.
A seguir disseste-me que tinhas sentido um orgasmo como nunca havia sentido antes. Diferente. Todo o teu corpo tremia. Todo o teu corpo era excitação.
Lembras-te? Ao jantar disseste que foi completamente diferente do que havias sentido até àquele dia, que não imaginavas que fosse possível ter tanto prazer e sentias esse prazer ao mesmo tempo em todo o corpo.
A partir desta nossa primeira experiência diferente passaste a pedir que a repetisse com frequência. Outras vezes peço-te eu.
Afinal existimos para nos fazermos reciprocamente felizes e há mais formas do que tu imaginavas antes.
Luv U!


 


7 comentários:

gira disse...

Fica aqui provado que no amor e nas relações não existem tabus e que quando e entrega é grande tudo é possivel..
Beijinho

VEM-TE PARA MIM! disse...

Obrigado Gira!
Não encontro limites no amor.
É uma entrega total em que cada um é o que o outro quiser.
É no dia dessa entrega que descobrimos que já não nos vimos para nós mas que nos vimos para o outro, como uma dádiva de amor!
Beijo beijo beijo,
Cum to Me

Estrela disse...

Tudo é certo, desde que haja vontade e reciprocidade.
Não há limites no Amor, na entrega e no prazer.

Beijo *Estrela*do*

VEM-TE PARA MIM! disse...

Obrigado Estrelinha do Céu,
Tens sempre razão.
Beijo beijo beijo
Cum to Me

Anónimo disse...

Quando há Amor e entrega plena no casal é assim.A cumplicidade permite-nos explorar os limites.

Senti um imenso carinho nas tuas palavras...belo...

Beijo e um óptimo fim-de-semana
:*

VEM-TE PARA MIM! disse...

O carinho é recíproco, Soul.
Obrigado pelo teu comentário, obrigado mesmo!
beijo beijo beijo,
Cum to Me

Luna disse...

Tudo é possivel quando o sentimento é grande! Deixa de haver limites na entrega!








Beijo